oque e ux

Se você utiliza a internet, com toda a certeza já esteve diante de uma experiência do usuário. E ela é tão sutil que, eventualmente, nem percebemos! Portanto, neste texto, o Speed Ranked explicará o que é e o que não é UX.

Sabe um tipo de produto que, além de ser necessário, também encanta? Com design e texto impecáveis? Estes são alguns dos conceitos básicos de UX.

O que é UX?

Entenda que o consumidor de hoje quer relações práticas somadas às emocionais. Sendo assim, a concepção de que a marca deve criar uma imagem a médio ou longo prazo e interagir com o cliente (seja pelas críticas positivas ou negativas) é correta.

Dan Saffer criou, em 2006, um gráfico que mostra, basicamente, este conceito:

o que é e o que não é ux

O UX é a interação proposta por uma empresa referente a um produto. Mas temos o CX, uma variação relacionável ao branding, ao sucesso do cliente e ao processo de compra, só para citar alguns.

Ao propor o UX, precisamos responder algumas questões, como:

  • O produto irá auxiliar o usuário em qual tarefa?
  • O que o produto faz?
  • Qual a funcionalidade do mesmo?
  • Existe algo que poderia ficar de fora, para não haver complicações na hora do uso?
  • Quais as principais relevâncias e irrelevâncias do produto?
  • Qual a melhor forma de organizar a hierarquia de utilização?
  • Há métodos intuitivos para uso?
  • A empresa pode criar formas mais naturais para condução de gatilhos e rastros?
  • Quais os melhores textos ou chamadas para ajudar o usuário no momento de entender sobre o produto?

A base principal segue três pilares:

  • Utilidade: sempre ligado ao modelo de negócio e funcionalidades. Lida com um a necessidade de solucionar a dor ou o problema do usuário;
  • Usabilidade: unir um excelente modelo de negócio com a praticidade de interação da interface. Quanto menor as barreiras, maiores as adequações linguísticas com o público;
  • Desejo: além destes dois itens mencionados acima, a comunicabilidade entre marca e usuário, será responsável por ‘segurar’ os atuais clientes e, consequentemente, atingir novos.

O que não é UX?

Outra lista que montaremos é o do que não é UX. E muitos profissionais se confundem nestes momentos. Portanto, entenda:

  • Telas interessantes e esteticamente bonitas, muitas vezes não são UX: isso até pode gerar um impacto positivo. Porém, conforme a usabilidade for aumentando, certos erros neste quesito aparecerão e afastarão futuros clientes;
  • Simples, usual… e só: mesmo com design cheios de funcionalidades simplificadas, muitos sites contam com pouco cuidado e atenção a detalhes. O encantamento inicial se esvai em minutos;
  • Não tem um público alvo: o valor do conteúdo pode ser imensurável, mas se não tem um público alvo ou é direcionado erroneamente, raramente alcançará seu ápice de sucesso. Planejamento organizacional é a chave para este item dar certo.

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DIFERENÇAS ENTRE INBOUND E OUTBOUND MARKETING

Com tantas pessoas conectadas a smartphones, celulares, notebooks e todos os outros equipamentos eletrônicos, era questão de tempo para que as relações entre empresas e clientes se modificassem. Por isso, é fundamental conhecermos as diferenças entre Inbound e Outbound.

Neste cenário, em poucos cliques o comprador avalia os produtos e tem um grande conhecimento suas qualidades e defeitos. Portanto, é correto analisarmos o mercado norte-americano, para chegar a seguinte marca: cerca de 90% das compras iniciam-se nas buscas online.

Leia este artigo na Speed Ranked e descubra as diversas vertentes desta linguagem. Frisamos que estas duas nomenclaturas estão dentro do Marketing Digital.

MARKETING DIGITAL

Foi na década de 1990 que o termo se popularizou. E como podemos ler no site Resultados Digitais, ele nada mais é do que: “o conjunto de estratégias voltadas para a promoção de uma marca na internet. Difere-se do marketing tradicional por envolver o uso diferentes canais online e métodos que permitem a análise dos resultados em tempo real”.

Com esta adição, temos mais da metade do processo de compra realizado, antes que o cliente entre em contato com o vendedor.

Mas lembre-se que diversas técnicas do Marketing Tradicional precisam ser usadas aqui. Como, por exemplo:

  • Saiba quem é seu público;

  • Crie, antecipadamente, uma estratégia para sua marca;

  • Explore a cultura organizacional, para intensificar os negócios.

INBOUND MARKETING

O Inbound Marketing são as campanhas nos meios virtuais e nas redes sociais. Neste caso, o cliente encaminha-se até a marca por conta da relevância criada pela mesma.

Existe uma infinidade de maneiras para conquistar este objetivo. Os mais comuns são:

  • Posts em sites e blogs: planeje a periodicidade e os temas relevantes referentes ao seu nicho. Não se esqueça de que, juntamente com a qualidade dos textos, o SEO é importante para seu rankeamento;

  • Ações nas redes sociais: impensável imaginar uma marca fora das redes sociais nos dias de hoje. Divulgue os textos do blog, faça promoções, interaja com seu público. A facilidade de compartilhamento é inimaginável;

  • Ebooks: tem propriedade para abordar o assunto? Insira este conhecimento dentro de um e-book. Isto pode ser um caminho interessante! Mas lembre-se: sempre tenha ao lado um profissional, para que tudo saia conforme o planejado;

  • Podcasts: os podcasts voltaram com tudo. Utilize isso a seu favor! Entreviste outros profissionais da área, fale para seu público sobre as novidades e mantenha-os informados. Ter o conteúdo dentro de plataformas como Spotify ou Deezer só trará benefícios;

  • Formulários: sabe aquele conteúdo acessado apenas depois do usuário inserir nome e email? Pois bem! Alguns profissionais tendem a deixar esta prática de lado, mas, no fim das contas, continua sendo de grande valia.

Salientamos que este processo pode ser de médio e longo prazo. Mas quando isto ocorre, as chances do cliente retornar se intensificam. As tão comentadas empresas B2C e B2B (Business to Commerce e Business to Business, respectivamente), são provas disso.

Segundo estudos publicados pela McKinsey, no ano passado houve um aumento de 62% no que se refere ao comércio eletrônico nas B2B.

Algumas das vantagens são:

  • Custos baixíssimos se comparados com a mídia tradicional. Redes como Facebook ou Instagram atingem um público gigantesco. Sem contar que dão a oportunidade de definir o público por região, idade e etc. e o valor diário para esta campanha;

  • Desenvolvimento e alteração do marketing, praticamente junto com as mudanças comportamentais do cliente em relação à marca;

  • Existe mais confiança do público quando o conteúdo é Inbound. Consequentemente, a conversão para vendas também é maior.

OUTBOUND MARKETING

O Outbound Marketing é semelhante aos modelos que sempre foram vistos em jornais, comerciais de televisão e rádio.

O processo segue desta forma: depois de uma análise no que diz respeito ao perfil dos supostos clientes, faz-se a abordagem. Tais perfis são encontrados mediante um conjunto de parâmetros que vão desde características pessoais, faixa etária e poder aquisitivo, só para citar alguns.

O diferencial é que as empresas enviam tais propagandas utilizando malas diretas, telemarketing, e-mails de prospecção e outros.

Algumas das vantagens são:

  • Para empresas de grande porte ainda é eficiente;

  • Em mercados e setores mais tradicionais, esta abordagem referenciada no Outbound é bem valorizada;

  • Normalmente, a conversão de novos clientes é mais rápida se comparada com o Inbound;

  • Este contato direto entre vendedor e cliente pode ser decisivo para fechar a compra.

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Fonte: http://catarinasdesign.com.br/ux-design/

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